Inteligente é quem pergunta, não quem responde
Só se desenvolve uma teoria ou um estudo se tivermos uma dúvida, a partir disto se propõe as perguntas, que, tirando a interrogação do final, muitas vezes, constituem as hipóteses, um conjunto das possíveis e mais óbvias respostas – Este e’, por enquanto, a atividade mais conhecida (e amada e odiada tantas vezes) de um sistema que os leigos (e marketeiros, sem hesitar) e aproveitadores batizaram de Inteligência Artificial (IA), um compilado (e calculado) gigantesco de quem tem acesso a grandes bancos de dados(BD) das respostas mais óbvias e estúpidas para questionamentos igualmente óbvios.*
– E’ desse pedaço do treco que iremos nos ater basicamente, então …
O “Calcanhar de Aquiles” da “rebimbóca” é que se a pergunta for inteligente (PI) o “bancão de dados” arria e as mulas ficam atoladas – a “rebimbóca” entra em “loop” por uma razão muito simples e infalível: Se não é uma pesquisa séria (e nem inteligente),
– Inteligente e’ quem pergunta e não quem responde”, e aí não tem nada de artificial, é tudo muito natural.
(Além das aspas, siglas e termos técnicos, agora vão ser popularizados, não sou popular?) .
O truque do “Loop”
Se tu repetes a pergunta, ou pergunta e contestas a reposta, a IA começa a repetir as coisas, como nós, velhos e confusos. Se este truque não te convencer a desistir ela continua tentando confundir a tua pergunta prá te fazer parecer estúpido e desistir. Mostra resultados de coisa que ela acha parecido ou que intencionalmente, façam a tua pergunta parecer errada – Isto significa que tu ganhastes dela, o que não quer dizer que ela se dê por vencida e tu, finalmente, que fez uma pergunta mais inteligente que as respostas, desiste porque a vida é curta pra quem quer conhecer o mundo.
Quer conhecer o mundo? Entender como ele funciona?
Prá se ter mais respostas do que perguntas, quem responde tem de ser mais inteligente, mais orgânico, mais regenerativo, mais compreensivo e tolerante e muito mais paciente do quem tem perguntas, e o principal, saber que o saco das repostas nunca estará completo. É aí que a atual IA vai “pro bréjo”, os megarrecursos das comunicações globais (donos dos bancos de dados) hoje estão concentrados nas mãos de poucos que são em sua maioria criaturas intolerantes, prepotentes e radicais a serviço de seres orgânicos mas que parecem zumbis em busca de mais dinheiro sempre – leia-se aqui zuckembergs, musks, gates e outros, que imaginam que tudo tem resposta, que seja única e que seja a que ele determina ser, estática, dogmática e intolerante. E é esta escumalha que patrocina a divulgação de tanta baboseira e até mentiras na grande ferida aberta destes tempos modernos, as redes sociais.
A inteligência é legítima se for dotada de criatividade e uma máquina não cria, a propriedade de criar mesmo que de forma abstrata é própria e exclusiva de organismos vivos, uma máquina repete aquilo com o qual ela foi alimentada, calcula e projeta se tiver as fórmulas prontas, além disso a criatividade só avança se tiver liberdade e nenhuma máquina é livre, finalmente e a mais fundamental fonte da inteligência e da criatividade, o “Livre Arbítrio” é uma dádiva que só um ser superior totalmente desprovido de ganância e de apego às suas posses concede as suas unidades inteligentes, algo que está muito longe de passar pela cabeça dessa ralé prepotente que na era atual tem o domínio da geração da BA. 5 pontos e 100 likes pra quem entendeu a nova sigla!
Lógica e inteligência livres da propriedade privada e da censura talvez conseguisse desenvolver alguma IA, mas sempre limitada porque seres inteligentes de fato sempre terão mais perguntas que respostas.
Conceder o Livre Arbítrio às suas máquinas é algo que está muito longe da capacidade desta escumalha! …
A Inteligência é multifacetada e possui todos os viéses, do sim e do não, do certo e do errado, do radical e do tolerante, possui todas as infinitas possibilidades entre o Zero e Um …
– Ser humano e’ ser infinito (do Zero ao universo).
O demônio de Laplace, ou a insistência do Peninha.
(Peninha aqui é uma alusão ao Eduardo Bueno (EB), do Canal Buenas idéias, pra ficar nos eixos)
A máxima muito usado pelo EB é que povo que não conhece sua história está fadado a repeti-la, no caso se referindo aos grandes erros do passado. A máxima do Laplace (aquele mesmo do teorema que tu nunca aprendestes) é que a história se repete, não tão simples assim, mais no campo da Física (com todas as partículas do universo ‘a sua disposição), outra coisa que todo mundo vive diariamente, mas tú nunca aprendestes.
– Tú nunca vais aprender tudo mesmo (EB, mais um crédito pro cara).
E qual o objetivo disto tudo?
– Só em outro texto agora, mas sai logo … Não aguento mais conjugar certo na segunda pessoa, me esforço só pra te xingar, mas não desisto, tu mereces …
…
Elementar meu caro Whatson!! (SH), em breve, não sei quando.
* – encho os textos de aspas e parenteses porque nunca leio as notas de rodapé, assim te obrigo a le-las no meio do texto mesmo.